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terça-feira, 11 de maio de 2010
CLAUDE MONET: IMPRESSIONISMO
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SUBTEMA H.3.: NOVOS MODELOS CULTURAIS
ÉDOUARD MANET:IMPRESSIONISMO
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PIERRE-AUGUSTE RENOIR:IMPRESSIONISMO
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EDGAR DEGAS:IMPRESSIONISMO
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JOSÉ MALHOA:IMPRESSIONISMO:PORTUGAL
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AUGUSTE RODIN:PÓS-IMPRESSIONISMO
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CLAUDE MONET: IMPRESSIONISMO: BIOGRAFIA
CLAUDE MONET
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Monet (1840-1926) começou como ilustrador e caricaturista, atividades em que alcançou certa fama quando ainda era praticamente adolescente.
Em 1856 conheceu o pintor francês Boudin, que além de iniciá-lo nas técnicas da pintura paisagística ensinou-o a pintar ao ar livre, para captar melhor as cores e a luz.
Três anos depois, mudou-se do Havre, onde vivia com os pais, para Paris, começando a estudar na Academia Suíça.
Alguns anos mais tarde cursou a Escola de Belas-Artes, no ateliê de Gleyre, onde fez amizade com Renoir, Sisley e Bazille.
Depois de uma tentativa de suicídio em 1868, Monet viajou para Londres com Renoir, fugindo da guerra com a Prússia.
Lá conheceu Daubigny, e por meio dele o marchand e dono de galeria Durand-Ruel.
Seus quadros de Londres refletem o interesse do jovem pintor pela pintura oriental e pela fotografia.
O espaço e a perspectiva são obtidos pela contraposição de estruturas geométricas e um intenso contraste cromático. Depois da apresentação em Paris, em 1874, do seu quadro Impressão, Sol Nascente (1869) ele e todo o seu grupo de amigos foram mencionados por um conhecido crítico de arte como impressionistas e mais depreciativamente como "a turma de Monet".
Aos poucos, foi abandonando as tonalidades escuras e tenebrosas de suas primeiras obras e adotou uma paleta de cores frias e ao mesmo tempo transparentes.
Em Argenteuil, passa a pintar com Sisley e Pissarro, tanto no inverno quanto no verão. Além das paisagens, tentou incluir motivos da vida moderna, como as locomotivas.
Deu início também aos seus célebres quadros de catedrais, de contornos quase inexistentes, em que a forma é dada pela reprodução da luz e da cor.
A síntese de sua obra são os quadros que compõem a série Ninféias, especialmente o Tanque dos Nenúfares.
Monet foi o mais puro representante do espírito impressionista.
Em 1856 conheceu o pintor francês Boudin, que além de iniciá-lo nas técnicas da pintura paisagística ensinou-o a pintar ao ar livre, para captar melhor as cores e a luz.
Três anos depois, mudou-se do Havre, onde vivia com os pais, para Paris, começando a estudar na Academia Suíça.
Alguns anos mais tarde cursou a Escola de Belas-Artes, no ateliê de Gleyre, onde fez amizade com Renoir, Sisley e Bazille.
Depois de uma tentativa de suicídio em 1868, Monet viajou para Londres com Renoir, fugindo da guerra com a Prússia.
Lá conheceu Daubigny, e por meio dele o marchand e dono de galeria Durand-Ruel.
Seus quadros de Londres refletem o interesse do jovem pintor pela pintura oriental e pela fotografia.
O espaço e a perspectiva são obtidos pela contraposição de estruturas geométricas e um intenso contraste cromático. Depois da apresentação em Paris, em 1874, do seu quadro Impressão, Sol Nascente (1869) ele e todo o seu grupo de amigos foram mencionados por um conhecido crítico de arte como impressionistas e mais depreciativamente como "a turma de Monet".
Aos poucos, foi abandonando as tonalidades escuras e tenebrosas de suas primeiras obras e adotou uma paleta de cores frias e ao mesmo tempo transparentes.
Em Argenteuil, passa a pintar com Sisley e Pissarro, tanto no inverno quanto no verão. Além das paisagens, tentou incluir motivos da vida moderna, como as locomotivas.
Deu início também aos seus célebres quadros de catedrais, de contornos quase inexistentes, em que a forma é dada pela reprodução da luz e da cor.
A síntese de sua obra são os quadros que compõem a série Ninféias, especialmente o Tanque dos Nenúfares.
Monet foi o mais puro representante do espírito impressionista.
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SUBTEMA H.3.: NOVOS MODELOS CULTURAIS
A ARTE NO SÉCULO XIX: CORRENTES ARTÍSTICAS
A ARTE NO SÉCULO XIX
O século XIX, na Europa, ficou marcado por dois movimentos literários e artísticos.
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O século XIX, na Europa, ficou marcado por dois movimentos literários e artísticos.
- -ROMANTISMO:-uma corrente literária e artística que se desenvolveu sobretudo na primeira metade do século XIX, defendendo a exaltação das emoções e dos sentimentos, a fantasia e a valorização dos heróis da história e da defesa da liberdade.
- -REALISMO:-que se desenvolveu sobretudo na segunda metade do século XIX, inspirado nos progressos científicos e tecnológicos. Ao contrário do Romantismo e contra o Romantismo, o Realismo caracterizou-se pelo sentido colectivo e pelo espírito crítico e positivista.
O Realismo inspirou-se na vida real, nos factos do quotidiano, no ambiente da vida burguesa, na miséria dos bairros populares. A descrição do pormenor e da realidade, tal como ela se apresenta.
Os escritores: Flaubert e Émile Zola na França, Charles Dickens na Inglaterra,Dostoievsky e Tolstoi na Rússia e Antero de Quental,Ramalho de Ortigão e Eça de Queirós em Portugal.
A arquitectura do ferro, o uso de vidro e cimento armado.-Torre Eiffel em França. - IMPRESSIONISMOMovimento artístico, sobretudo pictórico, nascido em Paris, na segunda metade do século XIX. Segundo os impressionistas, o principal elemento da sua arte é a Luz e, através das suas diferentes intensidades e efeitos, a cor.
Foi o quadro, do pintor Claude Monet, -Impressão: Sol nascente de 1874 que deu origem ao termo Impressionista.
A pintura na segunda metade do século XIX, foi caracterizada por uma ruptura com a tradição.
Esta nova concepção de pintura ficou conhecida por Impressionismo.
O principal elemento da pintura impressionista é a luz.
A pintura impressionista privilegia a cor e a luz mais do que o desenho.
Os temas da pintura impressionista são sobretudo cenas quotidianas e paisagens, urbanas ou campestres.
Principais pintores: Claude Monet, Auguste Renoir, Édouard Manet, Edgar Degas. - PÓS-IMPRESSIONISMO
A seguir surgem os pós-impressionistas, como o nome indica, o pós-impressionismo foi a expressão artística utilizada para definir a pintura e, posteriormente, a escultura no final do, por volta de 1885.
Os pintores mais consagrados desta época foram:
Vincent van Gogh
Paul Gauguin
Paul Cézanne
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