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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
domingo, 31 de janeiro de 2010
SUBTEMA G.2. AS REVOLUÇÕES LIBERAIS: BIOGRAFIA: MANUEL FERNANDES TOMÁS
Manuel Fernandes Tomás (Figueira da Foz, 30 de Junho de 1771 — Lisboa, 19 de Novembro de 1822), por muitos considerado a figura mais importante do primeiro período liberal, foi um magistrado e político vintista que se destacou na organização dos primeiros movimentos pró-liberalismo. Era juiz desembargador na Relação do Porto quando foi um dos fundadores do Sinédrio, assumindo um papel central na revolução liberal do Porto de 24 de Agosto de 1820. Foi figura primacial do liberalismo vintista, fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, criada no Porto, que administrou o Reino após a revolução liberal, sendo encarregue dos negócios do Reino e da Fazenda. Eleito deputado às Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, pela Beira, participou activamente na elaboração das Bases da Constituição da Monarquia Portuguesa, que D. João VI jurou em 1821.
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
SUBTEMA G.2. AS REVOLUÇÕES LIBERAIS- A REVOLUÇÃO PORTUGUESA
REVOLUÇÃO LIBERAL PORTUGUESA
Antecedentes
Diante da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), Portugal continental viu-se invadido pelas tropas napoleônicas. Embora batidas com o auxílio de tropas britânicas, o país viu-se na dupla condição de colônia brasileira e protetorado britânico.
A assinatura do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas, que na prática significou o fim do chamado "pacto colonial" e, posteriormete, dos Tratados de 1810, garantindo privilégios alfandegários aos produtos britânicos nas alfândegas portuguesas, mergulhou o comércio de cidades como o Porto e Lisboa em uma profunda crise, de que se ressentia a sua classe burguesa.
O controlo britânico das forças militares também acarretava profundo mal-estar entre a oficialidade do Exército Português.
A Conspiração de Lisboa (1817)
Libertado Portugal da ocupação das tropas francesas, e após a derrota definitiva de Napoleão Bonaparte (1815), formou-se em Lisboa o "Supremo Conselho Regenerador de Portugal e do Algarve", integrado por oficiais do Exército e Maçons, com o objectivo de expulsar os britânicos do controlo militar de Portugal, promovendo a "salvação da independência" da pátria.
Este movimento, liderado pelo General Gomes Freire de Andrade, durante o seu breve período de existência, esforçou-se no planeamento da introdução do liberalismo em Portugal, embora não tenha conseguido atingir os seus propósitos finais.
Denunciado em maio de 1817, a sua repressão conduziu à prisão de muitos suspeitos, entre os quais o general Gomes Freire de Andrade, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (1815-1817), acusado de líder da conspiração contra a monarquia de João VI de Portugal, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico de William Carr Beresford.
Em outubro de 1817, o tribunal considerou culpados de traição à pátria e sentenciou à morte, por enforcamento, doze acusados[2]. As execuções de José Ribeiro Pinto, do major José da Fonseca Neves, de Maximiano Dias Ribeiro (todos maçons), e de José Joaquim Pinto da Silva, do major José Campello de Miranda, do coronel Manuel Monteiro de Carvalho, de Henrique José Garcia de Moraes, de António Cabral Calheiros Furtado de Lemos, de Manuel Inácio de Figueiredo e Pedro Ricardo de Figueiró (possívelmente maçons), tiveram lugar no dia 18, no Campo de Santana (hoje Campo dos Mártires da Pátria). O general Gomes Freire de Andrade, foi executado na mesma data, no Forte de São Julião da Barra.
Este procedimento da Regência e de Lord Beresford, comandante em chefe britânico do Exército português e regente de facto do reino de Portugal, levou a protestos e intensificou a tendência anti-britânica no país.
Após o julgamento e execução dos acusados, o general Beresford deslocou-se ao Brasil para pedir ao soberano mais recursos e poderes para a repressão do "jacobinismo". Em sua ausência, eclodiria a Revolução do Porto (1820) de modo que, quando do seu regresso do Brasil naquele ano, onde conseguira do soberano os poderes pedidos, foi impedido de desembarcar em Lisboa.
O Sinédrio
Sinédrio (Portugal)-(O Sinédrio foi uma associação secreta criada em Portugal pelo desembargador Manuel Fernandes Tomás e por José Ferreira Borges, José da Silva Carvalho e J. Ferreira Viana, no Porto em 22 de Janeiro de 1818. É um dos sinais que antecederam a implantação do liberalismo em Portugal, e foi encorajado pela revolução espanhola de 9 de Março de 1820. Após a revolução liberal, que ocorreu na cidade do Porto a 24 de Agosto de 1820, e associação extinguiu-se, tendo alguns dos seus membros participado na Junta Provisional do Governo Superior do Reino, que iniciou o período do liberalismo em Portugal.)
Enquanto isso, no Porto, o desembargador da Relação, Manuel Fernandes Tomás, fundou o chamado "Sinédrio". Integrado por maçons, visava "afirmar" o Exército Português no país.
Aproveitando a ausência de Beresford no Brasil, o Sinédrio cooptou militares que pudessem materializar o seu projeto revolucionário.
A Revolução de 1820 na Espanha
Em janeiro de 1820 uma revolução eclodiu na Espanha, vindo a restaurar, em março, a Constituição de Cádis (1812), que havia sido revogada em 1814. Deste momento em diante, o país vizinho tornou-se um poderoso propagandeador das ideias do liberalismo em Portugal.
O levante no Porto
O movimento articulado no Porto pelo Sinédrio eclodiu no dia 24 de Agosto de 1820. Ainda de madrugada, grupos de militares dirigiram-se para o campo de Santo Ovídio (atual Praça da República), onde formaram em parada, ouviram missa e uma salva de artilharia anunciou públicamente o levante. Às oito horas da manhã, os revolucionários reuniram-se nas dependências da Câmara Municipal, onde constituíram uma "Junta Provisional do Supremo Governo do Reino", integrada por:
Brigadeiro António da Silveira Pinto da Fonseca
Coronel Sebastião Drago Valente de Brito Cabreira
Coronel Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda
Desembargador Manuel Fernandes Tomás
José Ferreira Borges
José da Silva Carvalho
Manuel Fernandes Tomás foi o redator do "Manifesto aos Portugueses", no qual se davam a conhecer à nação os objetivos do movimento.
O movimento contou com o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza, o Exército Português e a população em geral. Entre as suas reivindicações, exigiu convocar as Cortes para elaborar uma constituição para o país, defendendo a autoridade régia e os direitos dos portugueses. Adicionalmente pretendia:
o imediato retorno da Corte para Portugal, visto como forma de restaurar a dignidade da antiga Metrópole, deslocada para o Brasil; e
a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial).
O movimento em Lisboa
A revolução espalhou-se rapidamente, sem resistências, para outros centros urbanos do país, consolidando-se com a adesão de Lisboa.
Aqui, a 15 de setembro de 1820, um movimento de oficiais subalternos, com o apoio da burguesia e de populares, depôs os Regentes e constituiu um governo interino.
Finalmente, a 28 de setembro, ambos os governos, do Porto e de Lisboa, uniram-se numa única "Junta Provisional do Supremo Governo do Reino", com o encargo de organizar as eleições para as Cortes Constituintes.
Consequências
As Cortes reuniram-se solenemente em Janeiro de 1821. Enquanto a Carta Magna estava a ser redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol mas que era bastante inovador para a época.
Ainda nesse mesmo ano, a Corte retornara a Portugal em 1821, à exceção de D. Pedro de Alcântara, que permaneceu no Brasil na condição de Príncipe Regente.
Diante do progressivo aumento da pressão das Cortes para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 7 de setembro de 1822.
A 23 de setembro de 1822 era jurada a primeira Constituição Portuguesa.
Revolução Liberal Portuguesa de 1820 E LIBERALISMO EM PORTUGAL
Recriação Histórica das Invasões Francesas:Bicentenário das Invações Francesas - Porto
Leia Mais…
Antecedentes
Diante da transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), Portugal continental viu-se invadido pelas tropas napoleônicas. Embora batidas com o auxílio de tropas britânicas, o país viu-se na dupla condição de colônia brasileira e protetorado britânico.
A assinatura do Decreto de Abertura dos Portos às Nações Amigas, que na prática significou o fim do chamado "pacto colonial" e, posteriormete, dos Tratados de 1810, garantindo privilégios alfandegários aos produtos britânicos nas alfândegas portuguesas, mergulhou o comércio de cidades como o Porto e Lisboa em uma profunda crise, de que se ressentia a sua classe burguesa.
O controlo britânico das forças militares também acarretava profundo mal-estar entre a oficialidade do Exército Português.
A Conspiração de Lisboa (1817)
Libertado Portugal da ocupação das tropas francesas, e após a derrota definitiva de Napoleão Bonaparte (1815), formou-se em Lisboa o "Supremo Conselho Regenerador de Portugal e do Algarve", integrado por oficiais do Exército e Maçons, com o objectivo de expulsar os britânicos do controlo militar de Portugal, promovendo a "salvação da independência" da pátria.
Este movimento, liderado pelo General Gomes Freire de Andrade, durante o seu breve período de existência, esforçou-se no planeamento da introdução do liberalismo em Portugal, embora não tenha conseguido atingir os seus propósitos finais.
Denunciado em maio de 1817, a sua repressão conduziu à prisão de muitos suspeitos, entre os quais o general Gomes Freire de Andrade, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano (1815-1817), acusado de líder da conspiração contra a monarquia de João VI de Portugal, em Portugal continental representada pela Regência, então sob o governo militar britânico de William Carr Beresford.
Em outubro de 1817, o tribunal considerou culpados de traição à pátria e sentenciou à morte, por enforcamento, doze acusados[2]. As execuções de José Ribeiro Pinto, do major José da Fonseca Neves, de Maximiano Dias Ribeiro (todos maçons), e de José Joaquim Pinto da Silva, do major José Campello de Miranda, do coronel Manuel Monteiro de Carvalho, de Henrique José Garcia de Moraes, de António Cabral Calheiros Furtado de Lemos, de Manuel Inácio de Figueiredo e Pedro Ricardo de Figueiró (possívelmente maçons), tiveram lugar no dia 18, no Campo de Santana (hoje Campo dos Mártires da Pátria). O general Gomes Freire de Andrade, foi executado na mesma data, no Forte de São Julião da Barra.
Este procedimento da Regência e de Lord Beresford, comandante em chefe britânico do Exército português e regente de facto do reino de Portugal, levou a protestos e intensificou a tendência anti-britânica no país.
Após o julgamento e execução dos acusados, o general Beresford deslocou-se ao Brasil para pedir ao soberano mais recursos e poderes para a repressão do "jacobinismo". Em sua ausência, eclodiria a Revolução do Porto (1820) de modo que, quando do seu regresso do Brasil naquele ano, onde conseguira do soberano os poderes pedidos, foi impedido de desembarcar em Lisboa.
O Sinédrio
Sinédrio (Portugal)-(O Sinédrio foi uma associação secreta criada em Portugal pelo desembargador Manuel Fernandes Tomás e por José Ferreira Borges, José da Silva Carvalho e J. Ferreira Viana, no Porto em 22 de Janeiro de 1818. É um dos sinais que antecederam a implantação do liberalismo em Portugal, e foi encorajado pela revolução espanhola de 9 de Março de 1820. Após a revolução liberal, que ocorreu na cidade do Porto a 24 de Agosto de 1820, e associação extinguiu-se, tendo alguns dos seus membros participado na Junta Provisional do Governo Superior do Reino, que iniciou o período do liberalismo em Portugal.)
Enquanto isso, no Porto, o desembargador da Relação, Manuel Fernandes Tomás, fundou o chamado "Sinédrio". Integrado por maçons, visava "afirmar" o Exército Português no país.
Aproveitando a ausência de Beresford no Brasil, o Sinédrio cooptou militares que pudessem materializar o seu projeto revolucionário.
A Revolução de 1820 na Espanha
Em janeiro de 1820 uma revolução eclodiu na Espanha, vindo a restaurar, em março, a Constituição de Cádis (1812), que havia sido revogada em 1814. Deste momento em diante, o país vizinho tornou-se um poderoso propagandeador das ideias do liberalismo em Portugal.
O levante no Porto
O movimento articulado no Porto pelo Sinédrio eclodiu no dia 24 de Agosto de 1820. Ainda de madrugada, grupos de militares dirigiram-se para o campo de Santo Ovídio (atual Praça da República), onde formaram em parada, ouviram missa e uma salva de artilharia anunciou públicamente o levante. Às oito horas da manhã, os revolucionários reuniram-se nas dependências da Câmara Municipal, onde constituíram uma "Junta Provisional do Supremo Governo do Reino", integrada por:
Brigadeiro António da Silveira Pinto da Fonseca
Coronel Sebastião Drago Valente de Brito Cabreira
Coronel Bernardo Correia de Castro e Sepúlveda
Desembargador Manuel Fernandes Tomás
José Ferreira Borges
José da Silva Carvalho
Manuel Fernandes Tomás foi o redator do "Manifesto aos Portugueses", no qual se davam a conhecer à nação os objetivos do movimento.
O movimento contou com o apoio de quase todas as camadas sociais: o Clero, a Nobreza, o Exército Português e a população em geral. Entre as suas reivindicações, exigiu convocar as Cortes para elaborar uma constituição para o país, defendendo a autoridade régia e os direitos dos portugueses. Adicionalmente pretendia:
o imediato retorno da Corte para Portugal, visto como forma de restaurar a dignidade da antiga Metrópole, deslocada para o Brasil; e
a restauração da exclusividade de comércio com o Brasil (reinstauração do Pacto Colonial).
O movimento em Lisboa
A revolução espalhou-se rapidamente, sem resistências, para outros centros urbanos do país, consolidando-se com a adesão de Lisboa.
Aqui, a 15 de setembro de 1820, um movimento de oficiais subalternos, com o apoio da burguesia e de populares, depôs os Regentes e constituiu um governo interino.
Finalmente, a 28 de setembro, ambos os governos, do Porto e de Lisboa, uniram-se numa única "Junta Provisional do Supremo Governo do Reino", com o encargo de organizar as eleições para as Cortes Constituintes.
Consequências
As Cortes reuniram-se solenemente em Janeiro de 1821. Enquanto a Carta Magna estava a ser redigida, entrou em vigor uma Constituição provisória, que seguia o modelo espanhol mas que era bastante inovador para a época.
Ainda nesse mesmo ano, a Corte retornara a Portugal em 1821, à exceção de D. Pedro de Alcântara, que permaneceu no Brasil na condição de Príncipe Regente.
Diante do progressivo aumento da pressão das Cortes para a recolonização do Brasil, este proclamou a sua independência em 7 de setembro de 1822.
A 23 de setembro de 1822 era jurada a primeira Constituição Portuguesa.
Revolução Liberal Portuguesa de 1820 E LIBERALISMO EM PORTUGAL
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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Reis de Portugal - 4ª Dinastia (de Bragança)
Ao lado
Nome/Cognome/Nascimento-Morte/Factos do reinado
Reis de Portugal - 4ª Dinastia (de Bragança)
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Nome/Cognome/Nascimento-Morte/Factos do reinado
Reis de Portugal - 4ª Dinastia (de Bragança)
D. João IV
O Restaurador
1604 - 1656
Trineto de D. Manuel I.Voltou a defender os interesses ultramarinos.Reinou entre 1640 e 1656.
O Restaurador
1604 - 1656
Trineto de D. Manuel I.Voltou a defender os interesses ultramarinos.Reinou entre 1640 e 1656.
D. Afonso VI
O Vitorioso
1643 - 1683
Travaram-se várias lutas contra Espanha para consolidar a independência portuguesa.Reinou entre 1656 e 1683.
D. Pedro II
O Pacífico
1648 - 1706
Assina um tratado de paz com Espanha pondo fim à Guerra da Restauração.Assina o Tratado de Methwen com Inglaterra.Reinou entre 1683 e 1706.
O Vitorioso
1643 - 1683
Travaram-se várias lutas contra Espanha para consolidar a independência portuguesa.Reinou entre 1656 e 1683.
D. Pedro II
O Pacífico
1648 - 1706
Assina um tratado de paz com Espanha pondo fim à Guerra da Restauração.Assina o Tratado de Methwen com Inglaterra.Reinou entre 1683 e 1706.
D. João V
O Magnânimo
1689 - 1750
São descobertas minas de ouro e pedras preciosas no Brasil.Manda construir o Aqueduto das Águas Livres e o Convento de Mafra.Reinou entre 1706 e 1750.
O Magnânimo
1689 - 1750
São descobertas minas de ouro e pedras preciosas no Brasil.Manda construir o Aqueduto das Águas Livres e o Convento de Mafra.Reinou entre 1706 e 1750.
D. José
O Reformador
1714 - 1777
Indicou como 1º Ministro o Marquês de Pombal, iniciando uma política de Absolutismo.É abolida a escravatura.Só teve filhas.Reinou entre 1750 e 1777.
O Reformador
1714 - 1777
Indicou como 1º Ministro o Marquês de Pombal, iniciando uma política de Absolutismo.É abolida a escravatura.Só teve filhas.Reinou entre 1750 e 1777.
D. Maria I
A Piedosa (Pia) / A Viradeira
1734 - 1816
1ª rainha governante.Demite o Marquês de Pombal.Enlouquece em 1791 depois da morte do marido (D. Pedro III) e do filho mais velho.Reinou entre 1777 e 1816.
A Piedosa (Pia) / A Viradeira
1734 - 1816
1ª rainha governante.Demite o Marquês de Pombal.Enlouquece em 1791 depois da morte do marido (D. Pedro III) e do filho mais velho.Reinou entre 1777 e 1816.
D. João VI
O Clemente
1767 - 1826
Espanha conquista Olivença.Tropas de Napoleão invadem Portugal, a corte foge para o Brasil e em 1825 reconhece a sua independência.Reinou entre 1816 e 1826.
O Clemente
1767 - 1826
Espanha conquista Olivença.Tropas de Napoleão invadem Portugal, a corte foge para o Brasil e em 1825 reconhece a sua independência.Reinou entre 1816 e 1826.
D. Pedro IV
O Rei Soldado
1798 - 1834
Proclama a Independência do Brasil (1822), tornando-se seu Imperador.Nomeia o irmão D. Miguel como regente.Reinou entre 1826 e 1828.
O Rei Soldado
1798 - 1834
Proclama a Independência do Brasil (1822), tornando-se seu Imperador.Nomeia o irmão D. Miguel como regente.Reinou entre 1826 e 1828.
D. Miguel
O Absoluto
1802 - 1866
Filho de D. João VI e irmão de D. Pedro IV, consegue ser rei.Defende o regime absolutista.Reinou entre 1828 e 1834.
O Absoluto
1802 - 1866
Filho de D. João VI e irmão de D. Pedro IV, consegue ser rei.Defende o regime absolutista.Reinou entre 1828 e 1834.
D. Maria II
A Educadora
1819 - 1853
Teve 11 filhos.A instrução primária torna-se obrigatória e gratuita.O seu marido foi D. Fernando II.Reinou entre 1834 e 1853.
A Educadora
1819 - 1853
Teve 11 filhos.A instrução primária torna-se obrigatória e gratuita.O seu marido foi D. Fernando II.Reinou entre 1834 e 1853.
D. Pedro V
O Esperançoso
1837 - 1861
Inaugurou o 1º caminho-de-ferro, entre Lisboa e o Carregado.Introduziu o sistema métrico em Portugal.Não deixa descendência.Reinou entre 1853 e 1861.
O Esperançoso
1837 - 1861
Inaugurou o 1º caminho-de-ferro, entre Lisboa e o Carregado.Introduziu o sistema métrico em Portugal.Não deixa descendência.Reinou entre 1853 e 1861.
D. Luís
O Popular
1838 - 1889
Irmão de D. Pedro V.Participa na delineação do Mapa Cor-de-Rosa em África.Nascem vários partidos políticos diferentes.Reinou entre 1861 e 1889.
O Popular
1838 - 1889
Irmão de D. Pedro V.Participa na delineação do Mapa Cor-de-Rosa em África.Nascem vários partidos políticos diferentes.Reinou entre 1861 e 1889.
D. Carlos
O Diplomata
1863 - 1908
Durante o seu reinado o Partido Republicano ganha muita força.É assassinado ao mesmo tempo que o filho mais velho.Reinou entre 1889 e 1908.
O Diplomata
1863 - 1908
Durante o seu reinado o Partido Republicano ganha muita força.É assassinado ao mesmo tempo que o filho mais velho.Reinou entre 1889 e 1908.
D. Manuel II
O Patriota
1889 - 1932
Tenta manter a estabilidade com o Partido Republicano, mas não consegue.Dá-se a Implantação da República.Reinou entre 1908 e 1910.
O Patriota
1889 - 1932
Tenta manter a estabilidade com o Partido Republicano, mas não consegue.Dá-se a Implantação da República.Reinou entre 1908 e 1910.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Reis de Portugal - 2ª Dinastia (de Avis)/Reis de Portugal - 3ª Dinastia (Filipina)
Ao lado
:Nome/Cognome/Nascimento / Morte/Factos do reinado
Reis de Portugal - 2ª Dinastia (de Avis)
D. Henrique
O Casto
1512 - 1580
Filho de D. Manuel.Tio-avô de D. Sebastião.Sendo Cardeal e já muito velho, não deixou descendência.Reinou entre 1578 e 1580.
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:Nome/Cognome/Nascimento / Morte/Factos do reinado
Reis de Portugal - 2ª Dinastia (de Avis)
D. João I
O de Boa Memória
1357 - 1433
Aos seus filhos é chamada a «Ínclita Geração» por todos serem muito cultos.Reinou entre 1385 e 1433.
O de Boa Memória
1357 - 1433
Aos seus filhos é chamada a «Ínclita Geração» por todos serem muito cultos.Reinou entre 1385 e 1433.
D. Duarte
O Eloquente
1391 - 1438
Escreveu vários livros.Irmão do Infante D. Henrique, é consigo que se inicia o Período das Descobertas.Reinou entre 1433 e 1438.
D. Afonso V
O Africano
1432 - 1481
Fez várias expedições em África, iniciando a exploração da Costa Ocidental Africana.Reinou entre 1438 e 1481.

O Eloquente
1391 - 1438
Escreveu vários livros.Irmão do Infante D. Henrique, é consigo que se inicia o Período das Descobertas.Reinou entre 1433 e 1438.
D. Afonso V
O Africano
1432 - 1481
Fez várias expedições em África, iniciando a exploração da Costa Ocidental Africana.Reinou entre 1438 e 1481.

D. João II
O Príncipe Perfeito
1455 - 1495
Assina o Tratado de Tordesilhas que divide o Mundo em dois (1494).Não deixa descendência.Reinou entre 1481 e 1495.
O Príncipe Perfeito
1455 - 1495
Assina o Tratado de Tordesilhas que divide o Mundo em dois (1494).Não deixa descendência.Reinou entre 1481 e 1495.
D. Manuel
O Venturoso
1469 - 1521
Primo de D. João II.É durante o seu reinado que se atinge o auge dos Descobrimentos.Reinou entre 1495 e 1521.
O Venturoso
1469 - 1521
Primo de D. João II.É durante o seu reinado que se atinge o auge dos Descobrimentos.Reinou entre 1495 e 1521.
D. João III
O Piedoso
1502 - 1557
Herda do pai um imenso império espalhado pelos quatro cantos do mundo.Todos os seus filhos morreram.Reinou entre 1521 e 1557.
O Piedoso
1502 - 1557
Herda do pai um imenso império espalhado pelos quatro cantos do mundo.Todos os seus filhos morreram.Reinou entre 1521 e 1557.
D. Sebastião
O Desejado
1554 - 1578
Neto de D. João III (desejava-se o seu nascimento).Desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir.Reinou entre 1557 e 1578.
O Desejado
1554 - 1578
Neto de D. João III (desejava-se o seu nascimento).Desapareceu na Batalha de Alcácer-Quibir.Reinou entre 1557 e 1578.
D. Henrique
O Casto
1512 - 1580
Filho de D. Manuel.Tio-avô de D. Sebastião.Sendo Cardeal e já muito velho, não deixou descendência.Reinou entre 1578 e 1580.
D. António
O Prior do Crato
1521 - 1595
Neto de D. Manuel.Reinou apenas um mês em 1580.Portugal é invadido por D. Filipe II de Espanha
O Prior do Crato
1521 - 1595
Neto de D. Manuel.Reinou apenas um mês em 1580.Portugal é invadido por D. Filipe II de Espanha
Reis de Portugal - 3ª Dinastia (Filipina)
Filipe I
O Prudente
1527 - 1598
Compromete-se a manter Portugal independente.Os territórios ultramarinos são deixados ao abandono.Reinou entre 1580 e 1598.
O Prudente
1527 - 1598
Compromete-se a manter Portugal independente.Os territórios ultramarinos são deixados ao abandono.Reinou entre 1580 e 1598.
Filipe II
O Pio
1578 - 1621
É durante o seu reinado que se estabelece o mito de que D. Sebastião voltaria um dia para reinar em Portugal.Reinou entre 1598 e 1621.
Filipe III
O Grande
1605 - 1665
Toma várias medidas que causam a Restauração da Independência.Reinou entre 1621 e 1640.
O Pio
1578 - 1621
É durante o seu reinado que se estabelece o mito de que D. Sebastião voltaria um dia para reinar em Portugal.Reinou entre 1598 e 1621.
Filipe III
O Grande
1605 - 1665
Toma várias medidas que causam a Restauração da Independência.Reinou entre 1621 e 1640.
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